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Mobilizando a Finança Climática Internacional

Lessons from the Fast-Start Finance Period

Os países desenvolvidos relatam que mobilizaram US$ 35 bilhões em finanças internacionais de clima para países em desenvolvimento através do período de "finanças de início rápido", de 2010 até 2012. Esse estudo examina a contribuição relatada em detalhes, revelando lições para a mobilização e o direcionamento de finanças climáticas durante a próxima década. NOTA DO EDITOR: O relatório e os dados estabelecidos foram revisados para corrigir um erro de conversão de moeda que apareceu na versão original.

  • O Anexo 1 do relatório será disponibilizado na próxima revisão.

Key Findings

Executive Summary

Os países desenvolvidos se comprometeram em fornecer US$ 30 bilhões em finanças climáticas novas e adicionais entre 2010 e 2012 sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC). Essas "Finanças de Início Rápido" (FSF) foram um passo inicial em direção à mobilização das finanças climáticas em um nível que reflita os desafios de adaptação e mitigação que esses países enfrentam. Entregar as FSF durante uma crise financeira global que limitou o orçamento de muitos países desenvolvidos foi desafiador. A necessidade de finanças climáticas, entretanto, era urgente e se tornará ainda mais fundamental durante a próxima década.

Esse relatório revisa as contribuições de FSF que 37 países relataram ao UNFCCC. Ele trata de estudos de caso detalhados dos cinco maiores contribuintes: Alemanha, Japão, Noruega, Reino Unido e os EUA. Esses cinco países entregaram quase 80% das FSF relatadas. Eles também fornecem uma grande parte das finanças de desenvolvimento, incluindo a Assistência de Desenvolvimento Oficial (ODA) e Outros Fluxos Oficiais (OOF).

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