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InoveMob - Semifinalistas

Conheça os 11 projetos semifinalistas do Desafio InoveMob.

Bikxi

Responsável: Danilo Vieira Lamy

Bikxi é a primeira carona compartilhada do mundo através de bicicletas elétricas duplas, te tirando do sufoco de trânsito através de uma experiência única e transformadora, economizando seu tempo no deslocamento diário para que você possa usá-lo com o que realmente importa. As Bikxis são guiadas pelas ciclovias das cidades por profissionais treinados, garantindo um transporte rápido e longe do estresse e sufoco do trânsito. A escolha entre pedalar junto ou só relaxar e curtir o passeio cabe a você, pois buscamos o maior conforto para seu deslocamento. A Bikxi é feita para todos poderem curtir durante qualquer momento do dia, assim você não precisa saber andar de bicicleta e nem estar com vestimenta adequada para andar de bicicleta. Garantimos um transporte confortável e único, que ainda ajuda a criar uma cidade mais sustentável e melhor para todos. Com a Bikxi o seu deslocamento diário é transformado em algo divertido e prazeroso. Desde agosto de 2017, já fizemos mais de 12mil corridas e evitamos que mais de 6ton de CO2 fossem emitidos. Nossa taxa de usuário recorrente é de mais de 60%, com mais de 10% da base de usuários utilizando a Bikxi todos os dias e 40% utilizando pelo menos 1 vez por semana. Além de pessoas físicas, já trabalhamos com grandes empresas como Instagram e Youse, e estamos fechando acordos para trabalhar juntos como outras grandes marcas.


BusUp - Bus Sharing Solution

Responsável: Danilo Tamelani

As grandes cidades e zonas metropolitanas vêm enfrentando um grave problema de mobilidade com o excesso de carro nas ruas e escasso transporte público, acarretando de forma direta a qualidade de vida e saúde das pessoas. O objetivo principal do nosso projeto é retirar automóveis das ruas e reduzir o impacto ambiental (emissões de CO2) e oferecer uma alternativa moderna, confortável, flexível e barata das pessoas irem e voltarem do seu trabalho, através de compartilhamento de ônibus por demanda, tudo isso de maneira prática e inteligente.


Bynd - Caronas Corporativas

Responsável: Gustavo Bertazzola Gracitelli

Em um universo em que metade dos deslocamentos nas grandes cidades tem como motivo o trabalho, grande parte das viagens de carro são feitas apenas com o motorista. Com essa ineficiência vem o trânsito e os prejuízos decorrentes dele. Não apenas as pessoas gastam muito tempo e dinheiro com deslocamento, mas governos e empresas também sofrem com a queda de produtividade e gastos ineficientes com mobilidade. Só na cidade de São Paulo, estima-se que a falta de produtividade do trânsito gere prejuízos da ordem de R$40 bilhões ao ano. Nesse contexto, o bynd é uma solução de mobilidade eficiente, que conecta pessoas de uma rede confiável como empresas, universidades e outras organizações para que possam otimizar seu deslocamento diário através da carona solidária. Utilizando a tecnologia para ajudar a ocupar os assentos vazios nos carros e trabalhando com recompensas através de uma rede de parceiros, o objetivo é estimular o compartilhamento, diminuindo o número de carros nas ruas e também aliviando a saturação dos transportes públicos. Oferecemos um aplicativo prático e fácil de usar, permitindo que pessoas e organizações possam economizar com transporte, fortalecer o networking, melhorar a qualidade de vida e praticar sustentabilidade. Tudo isso em um ambiente seguro com redes fechadas e validadas, aproveitando-se de uma infraestrutura já utilizada, mas de maneira muito ineficiente. Facilidade e praticidade para encontrar uma carona dentro da sua rede.


Carona a Pé

Responsável: Carolina Padilha Garcia de Oliveira

O Carona a Pé resolve um grande problema: o trânsito em frente às escolas. Nosso trabalho é treinar e sensibilizar comunidades escolares à fazerem o trajeto de casa até a escola caminhando em pequenos grupos. Por meio de encontros educativos, treinamento do responsável pelo projeto nas escolas, formação dos condutores, mapeamento e acompanhamento das rotas escolares. Com esse edital desejamos implantar o programa Carona a Pé em mais uma escola particular na cidade de São Paulo aumentando o público caminhante. A primeira escola a implantar o programa com o nosso aplicativo recém desenvolvido e novo material de formação. Um piloto para testar nossa escalabilidade.


Chica - Bicicleta Inteligente

Responsável: Roberto Speicys Cardoso

A bicicleta vem se consolidando em todo o mundo como uma alternativa de transporte para cidades mais sustentáveis. Sistemas de compartilhamento com estações estão sendo adotados por mega-cidades como forma de estimular o uso da bicicleta, mas esses sistemas são caros, não resolvem totalmente o problema de deslocamento em curtas distâncias e dependem de grandes volumes de recursos de publicidade. Essa solução não é replicável para médias e grandes cidades que não conseguem atrair recursos de publicidade em um volume que viabilize a implantação desses sistemas. Sistemas sem estações estão se popularizando ao redor do mundo como uma alternativa mais eficiente e de menor custo que os sistemas com estações. A Scipopulis é a pioneira em sistemas de compartilhamento de bicicletas sem estações no Brasil. Com custo de implantação muito menor que o dos sistemas baseados em estações, um sistema free-float permite que a bicicleta seja estacionada próxima ao destino do usuário, efetivamente resolvendo o problema da última milha. Nossa bicicleta, a Chica, possui um sistema embarcado que informa a posição da bicicleta em tempo real complementado por uma trava eletrônica e um painel solar para que o sistema seja autônomo e sustentável. A Chica está em fase de teste no campus da UFAC em Rio Branco. Este projeto visa a realização de um projeto piloto das Chicas em uma cidade de médio porte para avaliar a operação do sistema em uma escala maior.


Estacionamentos ociosos como terminais de transporte

Responsável: Izabele Colusso

Estacionar carros em cidades populosas nos dias de hoje, tem sido uma tarefa cada vez menos prazerosa. Parte dessa “dolorosa” incumbência, ocorre devido à disponibilidade de vagas de estacionamentos sucumbida à construção de prédios comerciais e residenciais no lugar dos terrenos que outrora eram ocupados com veículos, além da crise de estacionamentos que ocorreu nos últimos anos nas cidades. Grandes equipamentos esportivos, parques e centros de convenções apresentam vastos estacionamentos ociosos em horários de grande fluxo ao longo da semana, que podem ser convertidos em terminais de transporte. Estes estacionamentos, integrados a uma rede de transporte bem planejada, podem minimizar o impacto do trânsito em regiões críticas, como as áreas centrais da cidade.


Milênio Bus

Responsável: Fábien Giovanni de Oliveira

O projeto Milênio Bus integra a tecnologia (IoT) no transporte público acompanhado de um aplicativo, assim o objetivo é trabalhar com pagamentos digitais, informações ao passageiro e geração de dados com Big Data, onde será usado tecnologias computacionais para gerar os dados na nuvem. O hardware permite, por exemplo, informar futuros passageiros se o ônibus que ele está planejando embarcar está ou não cheio. Além disso, o objetivo é substituir o sistema de uso do cartão de plástico para o uso no próprio celular do passageiro, de modo que ele possa efetuar o pagamento da passagem e o destravamento da catraca. Dessa maneira, o projeto trabalha com a questão do carregamento e pagamento digital, tudo isso utilizando um sistema de QrCode. Com isso, evitam-se questões como o fluxo de dinheiro físico dentro do veículo. Outro ponto dessa tecnologia está na base de dados geradas pelo sistema, o que permite que possa ser planejadas políticas públicas mais adequadas sobre a questão da mobilidade e logística urbana nas cidades. Milênio Bus tem ligação com as maiores tendências tecnológicas da atualidade, como o uso de tecnologias da Microsoft, IBM, Twitter, entre outras, visto que o projeto é capaz de gerar dados para o melhor planejamento do sistema de transporte público, melhorando os problemas de transporte e logística urbana, que terá como função guardar esses dados na nuvem, como: deslocamento dos passageiros, volume de pessoas nos ônibus e transação financeira.


Nina

Responsável: Simony César Ramos de Moura

O ITDP (Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento), em pesquisa divulgada em Janeiro de 2018, aponta a caminhada e o transporte público como os modos mais importantes para o deslocamento das mulheres nas cidades em desenvolvimento, sobretudo para as mais pobres. 86% é a média brasileira de assédios sofridos por mulheres em espaços públicos. Os dados foram divulgados pela ONG ActionAid, em maio de 2016, em um levantamento feito pelo Instituto YouGov, que considera assédio atos indesejados, ameaçadores e agressivos, incluindo abuso verbal, físico, sexual e emocional. Na mesma pesquisa, quando questionadas sobre situações em que mais sentem medo, 68% das mulheres não hesitaram ao dizer que temem andar no transporte público por conta da ameaça constante e 69% delas afirmaram ter como maior medo sair ou chegar em casa depois do escurecer. Está a mobilidade presente nos dois principais pontos de perigo expostos. O impeditivo de ir e vir gera o cerceamento e a impossibilidade da quebra do ciclo de pobreza dessas mulheres. Nina é uma plataforma que rastreia os casos de assédio na mobilidade urbana e pode atuar com duas frentes como App e um SDK (Software Development Kit) acoplado a uma API (Application Programming Interface) que visa auxiliar as mulheres na denúncia de assédio no transporte público, localizando ônibus no qual a vítima se encontra, e ao mesmo tempo aciona uma rede de outros usuários que estão em um raio próximo aplicando o conceito de sororidade, ao ampliar a voz da mulher vítima. Além de gerar o mapeamento de linhas, rotas, trechos e horários em que as mulheres sofrem mais assédio, os dados levantados alimentarão o portal Nina onde ficarão expostos com o objetivo de chamar atenção para a área de data visualization de violência contra a mulher na mobilidade urbana e o quanto isso fere e traz à tona que o direito à cidade não é neutro quanto ao gênero.


OnBoard Mobility

Responsável: Luiz Renato Muno de Mattos

Falta de interoperabilidade de sistemas (cada cidade ou modal necessita de um meio de pagamento exclusivo). Falta de integração na multimodalidade. Falta de transparência (dificuldade em consultar saldo). Filas para abastecimento. Burocracia nos cadastros (presença física). Dificuldade em encontrar pontos de venda e abastecimento. O tempo médio de atendimento do Bilhete Único de São Paulo é de aproximadamente 2 horas, sendo que 70% dos atendimentos são para recarga dos Bilhetes. Dividimos a solução em três etapas. A etapa atual iremos trabalhar na recarga dos cartões de transporte, especificamente do Bilhete Único. O tempo de atendimento do Bilhete Único é por volta de duas horas, sendo que 70% dos atendimentos são para recarga do Bilhete Único. Iremos melhorar essa experiência por meio de soluções que facilitem a o acesso aos serviços e informações. Desenvolvemos três soluções com o intuito de atender o maior número de pessoas possíveis e suas particularidades. São elas: aplicativo; chatbot; API de serviços. A partir dessas interações esperamos entender mais a fundo quais são os principais desafios e necessidades dos usuários para aperfeiçoarmos a solução e desenvolvermos novos serviços. A segunda etapa iremos desenvolver novos serviços ligados a mobilidade urbana como aluguel e compartilhamento de bicicletas, zona azul digital e aluguel de veículos. Sempre com o propósito de crescer a base de usuários e gerar aprendizados valiosos sobre como as pessoas se relacionam com o transporte. E a terceira etapa será para integrar os diferentes meios de transporte a partir de uma solução única para que o usuário não precise de novos cartões de transporte, novos cadastros, novos downloads, permitindo que o usuário possa utilizar qualquer modal, de qualquer cidade, apenas com smartphone. O propósito da primeira fase é validar as hipóteses da segunda e da terceira, criar uma base sólida de usuários e a expertise necessária para migrarmos para as fases seguintes.



RidePoli

Responsável: Claudio Barbieri da Cunha

A proposta é desenvolver um conceito de Transporte Responsivo à Demanda (DRT) para a primeira e última milha. O coração do sistema é um algoritmo de otimização de requisições que recebe as demandas de viagens e aloca aos veículos de forma otimizada em tempo real. Para tal, o algoritmo determina dinamicamente o melhor veículo para atendimento baseado na escolha que gera o menor custo generalizado para o sistema como um todo. Para isso, se examinam todas as inserções viáveis de embarque e desembarque em todos os veículos de forma a garantir que os passageiros já agendados mantenham um tempo total adequado. Pretendemos desenvolver um simulador que nos permita avaliar diferentes cenários de operação do sistema, incluindo variações de demanda, tanto na sua dimensão espacial como temporal, frota e capacidade de veículos. Também pretendemos avaliar o potencial de diferentes esquemas operacionais, mais especificamente a indicação ao passageiro caminhar a um ponto de embarque próximo, de tal forma a proporcionar rotas mais diretas e assim reduzir os tempos totais de viagem dos passageiros. Com a variação de um grande número de cenários possíveis de demanda e oferta, pode-se obter resultados que indiquem os requisitos de viabilidade do sistema. Inserido num contexto de inovação tecnológica dos sistemas de transportes urbanos, esta solução permite vislumbrar um novo desenho de mobilidade urbana.


Vanmos

Responsável: Rafael Guimarães Crespo

Os trabalhadores e estudantes brasileiros, especialmente os moradores de periferia, enfrentam grandes dificuldades para se deslocarem diariamente. As alternativas são escassas: (1) O transporte público apresenta problemas de capilaridade, frequência, segurança, conforto e tempo de deslocamento. (2) Os aplicativos de mobilidade sob demanda são caros para serem utilizados diariamente e geralmente não estão presentes na periferia. (3) Os custos para comprar e manter um automóvel próprio no Brasil estão entre os mais altos do mundo. (4) Os aplicativos de carona solidária não oferecem um serviço recorrente, confiável e pontual. A Vanmos oferece uma alternativa acessível, confortável, ágil e segura, viabilizando serviços de transporte diário, compartilhados, de porta-a-porta. Nossa plataforma de tecnologia conecta pessoas próximas, que podem compartilhar o mesmo trajeto diário, à motoristas profissionais, que os busca na porta de casa e os entrega na porta do trabalho, ou faculdade. Nosso modelo de negócio é o marketplace, mas diferente dos outros marketplaces de mobilidade nós (1) atendemos primeiramente os moradores da periferia, (2) viablizamos um serviço por assinatura mensal - diário, planejado e recorrente, (3) só trabalhamos com rotas compartilhadas e carros de passeio com capacidade máxima de passageiros (4 a 6 lugares), contribuindo para redução do número de carros na rua e na emissão de gases poluentes e (4) somos mais acessíveis, oferecemos opções de veículos adaptados para cadeirantes e cobramos, em média, menos da metade do valor cobrado pelo Uber Pool, por exemplo. Nos últimos 9 meses desenvolemos 3 MVPs e temos mais de 1500 leads cadastrados.


WiiMove - Mobilidade Inteligente

Responsável: Marcio Henrique Nigro

O crescimento não planejado das cidades criou problemas de mobilidade como congestionamento, falta de informação e ociosidade/superlotação no transporte de passageiros. Para abordar essas questões, o Wiimove utiliza a multimodalidade e o compartilhamento para reverter este cenário e ainda promover sustentabilidade, economia e conforto. Acreditamos que a solução para as concentrações urbanas está na aplicação da tecnologia para consolidar e organizar a demanda através do uso inteligente das interligações disponíveis, permitindo um rearranjo dos ativos e recursos existentes - sejam eles privados ou públicos. Nesse sentido, fornecemos uma ferramenta que unifica as alternativas de transporte disponíveis nos trajetos pendulares ou avulsos - criando um hub de demanda monitorada que é constantemente abastecido pela oferta de transporte publica ou privada da empresa (vans, ônibus, carros corporativos). O impacto positivo da informação e controle ofertados empoderam gestores na direção de reduzir seus custos através de campanhas que podem resultar em caronas, redução de vagas de garagem, otimização de fretados ou ainda na adoção de trajetos híbridos que estimulem a mobilidade ativa. Como resultado, a empresa se torna um agente capaz de implantar e auditar a economia gerada ao mesmo tempo em que promove eficiência, saúde, bem estar e sustentabilidade em seu entorno.


 

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